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Sobre nós

Duas artesãs,
uma peça por vez

O llya nasceu de novelo, agulha e uma teimosia: fazer poucas peças, com calma, e conhecer cada uma pelo nome. Tudo o que sai daqui é crochê feito à mão, ponto por ponto — são quatro mãos, não uma linha de produção.

Quem faz

Somos duas

Cada uma com o seu jeito de segurar a agulha, e as duas com a mesma teimosia: fazer pouco, com calma e com a mão na peça inteira.

Amigurumis e lembrancinhas · Mimos da Tay

Tayla Vitória

Apaixonada pelo universo do crochê, é a criadora da marca Mimos da Tay, onde transforma linhas em carinho e criatividade em peças únicas. Seu trabalho é marcado pela delicadeza, atenção aos detalhes e pelo amor em cada ponto, criando desde amigurumis fofos até lembrancinhas personalizadas que encantam e marcam momentos especiais.

Com um estilo suave, acolhedor e cheio de personalidade, Tayla acredita que cada peça carrega um significado — seja para presentear, decorar ou eternizar memórias. Mesmo enfrentando desafios, ela segue com dedicação e coragem, construindo seu sonho através do artesanal.

Crochê handmade

Nathalya Soares

Trabalha com crochê handmade e é dela boa parte do que sai daqui em fio de algodão: bolsas, acessórios e as peças maiores, que pedem mais carreira e mais paciência.

Esta apresentação ainda vai ser escrita pela Nathalya — o texto da Tayla, aqui em cima, mostra o tamanho e o tom que ela pode usar.

Como é feito

Como uma peça nasce

Três etapas, todas na mesma bancada. Nenhuma delas acontece em outro lugar nem por outra pessoa.

  1. Etapa 1

    A linha

    A gente escolhe fio a fio: algodão que não desbota na primeira lavagem e cor que combina de verdade com as outras da peça.

  2. Etapa 2

    O ponto

    Daí é carreira por carreira, na mão, sem máquina nenhuma. É aqui que mora quase todo o prazo de produção que você vê na sacola.

  3. Etapa 3

    O acabamento

    Arremate escondido, enchimento no ponto certo, detalhes costurados um a um. Só então a peça é embrulhada com o nome de quem vai levar.

O que sustenta

No que a gente acredita

Quatro combinados que valem para toda peça que sai daqui, seja de quem for a agulha.

  • Pouco, e bem feito

    A gente prefere fazer cinco peças no mês e olhar cada uma na cara a fazer cinquenta e não reconhecer nenhuma delas.

  • Nada de urgência inventada

    Quando a página diz “última peça”, é porque é mesmo a última. Sem contador falso, sem promoção que volta na semana seguinte.

  • A peça volta se precisar

    Ponto soltou, alça cedeu com o uso? Escreva para o ateliê. A gente conserta o que fez, e quase sempre sai mais barato que uma peça nova.

  • Sobra vira peça pequena

    O fio que sobra de uma bolsa vira chaveiro, laço ou aplique. Quase nada do que entra aqui termina no lixo.

Dá uma olhada no que está pronto

O que está publicado na loja é o que existe hoje no ateliê. Quando uma peça acaba, ela costuma voltar — só leva um tempo.